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Sabia

por Pó de Arroz, em 28.03.07

Que mais cedo ou mais tarde esta situação iria acabar por acontecer e que te irias sentir assim! Acredites ou não compreendemos-te e do fundo do coração acredita que gostamos todos muito de ti.

(E agora estou a falar só por mim!)

Não me sinto no meio de uma guerra nem dividida. Mas não posso criticar nem deixar a A. pois não a considero que culpa seja só dela.... para a deixar sozinha à sua mercê teria também de deixar o V. e não quero fazer isso nem com um, nem com outro.

Também não te censuro por não queres falar ou estar com ela, mas não posso virar as costas a nenhum dos três. Fico contente por deitares o que estas a sentir para fora mas não sintas que me perdes, pois eu vou estar sempre ao pé de ti, aconteça o que acontecer. Mas não te sintas magoada ou posta de parte se saimos com ela. O que te posso pedir é que também faças um esforço e não nos condenes...

A  atitude irreflectida dos dois não afectou uma só pessoa. A nossa relação também saiu afectada. Nós com vocês, com o L. e a J., com a A. e até mesmo com a M. e o Pai Natal.

Eu e o R. aos poucos estamos a tentar aproximar-nos novamente de todos. Este grupo faz parte de mim, da minha família e preciso muito de todos para o meu equilibrio!

A mim doi-me muito não poder continuar como dantes. Tenho saudades das nossas gargalhadas, das nossas brincadeiras, dos nossos planos em conjunto e principalmente dos nossos jantares. Mas sei que agora já não pode ser assim e portanto que temos de encarar as coisas de modo diferente. Se calhar temos atitudes ou fazemos coisas não da melhor maneira... mas para isso é que nós devemos falar e discutir uns com os outros.

Ainda não me consegui adaptar totalmente à nova situação, porque sinto sempre que fico em falta para com alguem. No dia do jantar da J. as lagrimas que viste foi mesmo isso... sinto que não estou à altura de estar com todos... porque sinto sempre que fico em falta e que não hajo correctamente. Nesse dia o L. veio ter comigo e  disse-me para não me sentir assim. Ele próprio chorou e ficou zangado porque sentia que tudo o que tinhamos construido tinha sofrido um terramato e ficado destruido. Que também ele estava aos poucos a aprender em como nos relacionar novamente.

Peço-te que não nos largues. Mas sim que nos ajudes. Em vez de te afastares chama-nos. Eu também te ajudo. Vamos voltar a jantar juntos! Tenho tantas saudades! Na minha casa, na tua casa... não deixes que um erro mate tudo o que temos. Acho que já todos o aceitamos. Já está e não podemos voltar atras, agora resta-nos aos poucos dar a volta por cima. Ainda no outro dia senti na voz da M. Quando perguntou ao V. pelo teu bebé muita saudade de tudo que vivemos...

Não te afastes por favor... não nos deixes... é só que te peço.

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5 comentários

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De Micas a 28.03.2007 às 15:44

Nunca te vou deixar, podes ter a certeza.Nunca vou deixar de ser tua amiga e nunca te vou condenar, pois como disse pouco ou nada vocês podem mudar, eu compreendo-vos. Mas até agora não consigo sentir-me bem em grupo. Já não me sinto no grupo... e sinceramente sinto as forças a irem-se, junto com a vontade de estar com o grupo... Nunca vou deixar de ser vossa amiga, mas até aqui não consegui continuar com as coisas em grupo... traz-me muita dor e não sei como me livrar dela... Eu não me quero afastar, tanto que luto para isso não acontecer, mas não estou mesmo a conseguir... :o(((
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De Anónimo a 28.03.2007 às 18:38

Por muito que nos custe, aquilo que estamos a viver é uma realidade que tem contornos muito desagradáveis para todos. Não é fácil para ninguém. Os actos irreflectidos do V. e da A. levaram-nos a esta triste realidade.
Já todos nos desfizemos em conselhos e opiniões relativamente à questão. O trabalho que todos nós [os agentes indirectos - vulgo amigos(L;R;R;J;N)] tínhamos para fazer foi feito. Apesar de tudo a vida continua e os referidos não poderão de forma alguma deixar de continuar ser amigos de todos.
Infelizmente a relação entre todos não mais foi a mesma, com muita tristeza de todos nós!
A dor que a I. sente não será maior nem menor que a da A., é diferente. Algo que só o tempo resolverá, ou não!
Apesar de tudo penso que tudo melhorará (a tal dor, tristeza, agonia, raiva , etc...) quando os agentes directos (vulgo I;A e V.) tiverem a coragem de terem uma conversa franca e digna de uma amizade passada para de uma vez por todas dizerem aquilo que têm a dizer olhos nos olhos e com lealdade uns aos outros.
Acredito veemente que quando esta conversa ocorrer, será muito mais fácil para todos nós nos encararmos uns aos outros.
Sinto que ainda há algo por fazer! É um feeling que tenho. Mas que neste momento apenas poderá ser resolvido pelos referidos três agentes directos que mencionei anteriormente.

Amo-vos muito a todos!!!
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De Micas a 29.03.2007 às 09:22

As coisas não são assim tão simples, Rogas. Para vocês parece mais simples pq estão no meio e gostavam de ver td resolvido, mas não é bem assim... Bom, o resto fica p conversarmos ao vivo e a cores. É bem mais fácil.
Beijos
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De R a 30.03.2007 às 11:23

Penso que não me compreendeste. Seria utópico da minha parte pensar na possibilidade da a relação entre todos voltar a ser a mesma que em tempos, não, não é isso! Aquilo que aconteceu foi mau para se pensar ser possível voltar atrás.
Concordo contigo quando dizes que não é fácil! Imagino que não! e não te censuro por tal, afinal tu foste a maior lesada em toda esta barafunda.
Agora, acredito que, saber perdoar seja uma virtude, que não está ao alcance de todos, bem sei, mas, pessoas inteligentes como é o teu caso acredito que tenham esse dom. Já o mostraste perante o V.
Não pretendo (que bom seria), que tu e a A. voltem a ser amigas, que façam as pazes, etc..., mas aquela dor que tanto falam apenas desaparecerá com um último "clic" que falta, que é o de terem uma conversa onde tenham oportunidade de dizerem tudo o que têm a dizer uns aos outros. Na minha modesta opinião é mais do que tempo para o fazerem, o resultado... logo se vê, mas é necessário que o façam para o bem de todos!

Beijos!
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De R a 28.03.2007 às 18:41

O comentário anterior é meu, esqueci-me de por o nome.
Rogério Roque

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