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A dualidade. Só depois de estarmos na sombra, na escuridão é que conseguimos perceber a luz. A sombra é então a ausência de luz. Um dia vamos todos compreender que não existe o bom e o mau. Apenas situações e factos. Tudo faz parte de um plano maior e acredito que tudo sempre acontece por uma razão. Por vezes sofremos e achamos que tudo está a correr mal, mas simplesmente porque nos ensinaram a olhar para essas situações dessa maneira. É por isso que reagimos com tanta dor e sofrimento. Aos poucos a humanidade está a mudar. É um processo complexo e tão simples ao mesmo tempo. Porque a nossa mente é tão criativa que consegue criar uma espiral de ilusões. O meu desafio, é então aprender e ensinar a olhar para a vida com outros olhos. Aprender e ensinar que a vida faz sentido quando estamos todos juntos, mas que também é importante os nossos momentos solitários, de forma a equilibrar, mudar e compreender as nossas emoções, sentimentos, desejos e objetivos. Porque mudar é bom, ajuda a crescer e amadurecer. Confiar sem reservas, que estamos onde devemos estar. Cooperar em vez de competir.  Aceitar que as diferenças são positivas. Ser feliz com o dia de hoje. Com o que se tem. Ter ambição, claro! Mas uma ambição positiva. Uma ambição de construção. Para o Bem Maior. Sem prejuízo de ninguém. Um dia será assim! Todos os caminhos apontam para essa direção!

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Palavra do dia # 3 - Vibração

por Pó de Arroz, em 08.01.20

A linguagem do Universo é a vibração. O meu coração emite vibrações. O que me acontece é como uma televisão/rádio que sintoniza canais. Um dos maiores aprendizados do ano passado. Agora só tenho de me dedicar a cada canal disponível e compreender o seu conteúdo. Sinto-me muito grata, por finalmente conseguir compreender este ensinamento. Agora levarei o tempo que for necessário até conhecer todos os canais/estações disponíveis. 

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Mesmo a jeito este tema. Assim dá para divagar um bocadinho. A “sociedade” ensina-nos que temos de fazer isto, aquilo e mais um par de botas. E eu, depois de cumprir esses requisitos entrei em negação e confusão geral. Pois nada me fazia sentido. Era como se andasse a deriva, sem qualquer tipo de rumo. E qualquer direção servia. Nada importava. A minha alma gritava de agonia. Confesso, que quando decidi mergulhar mais a fundo no meu Ser, fiquei perplexa com aquilo que descobri. Descobri que tinha pensamentos de morte. Dei por mim a desejar ter uma doença grave, para poder ter uma desculpa para desistir. Dei por mim a desejar morrer, para não ter mais de sofrer com o buraco enorme que sentia no meio do meu peito. Não estava a conseguir encaixar as peças do meu puzzle de vida, e de acordo com os padrões ditos “normais” da sociedade, eu era um completo fracasso. E aceitei passar pelo meu processo e me entregar ao Universo. Não tem sido um processo fácil. É difícil aceitar, confiar e deixar fluir. Ensinam-nos que devemos controlar, lutar, fazer e acontecer. Quando na realidade não é bem assim. (Atenção, para mim, não é bem assim.) E os meus últimos anos têm sido passados a aprender a olhar para tudo de uma forma diferente. E quando estou a sentir muita resistência, tento perceber o que é que o meu Ego está a sentir, qual a emoção dissimulada. Esta fase ainda não está bem definida e fácil. Ainda levo algum tempo a processá-la. Mas está tudo bem. Tenho de dar tempo ao meu tempo. Este ano, o meu desafio pessoal é aprender a valorizar-me, porque sou como sou. O que faz sentido para mim, não tem de fazer para os outros. E está tudo bem. Um passo de cada vez. Uma coisa de cada vez. Preciso trabalhar as relações. A relação comigo e as relações com terceiros. Nos seus diferentes níveis. Foi um longo processo de isolamento e transformação. E agora a borboleta está pronta para começar a romper o seu casulo.

Felicidade na Unidade.

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O Pai Natal vai reformar-se. O Rudolfo nem queria acreditar. Foram anos fantásticos de uma parceria incrível. Para ele, não estava a ser nada fácil este período de transição. Ainda por cima, tinha ficado com a responsabilidade de escolher o sucessor. Rudolfo sentia-se meio perdido, porque nunca tinha pensado nesta possibilidade e ele não sabia o que esperar da pessoa.

Ia entrar a ultima pessoa. E Rudolfo estava desanimado. Das 550 entrevistas que já tinha feito, ninguém se parecia adequado para o papel. Faltava-lhes qualquer coisa… ou seria ela que não sabia o que escolher. Rudolfo estava mesmo em baixo.

Fausto entrou. Um sorriso de orelha a orelha. Era jovem, alto e um cabelo cheio de caracóis.

- Bom dia Rudolfo! – Disse cheio de entusiasmo. Então como tem estado a correr as entrevistas? Reparei que a sala estava cheia de grandes candidatos. É engraçado como a maioria parecia mesmo o Pai Natal. As barbas, o cabelo, a barriga!!!!

- Pois… disse o Rudolfo sem levantar os olhos e a querer acabar com aquela entrevista... Tu não pareces o Pai Natal…

- Eu sei. Mas não é isso que tu procuras, pois não? – perguntou Fausto.

Finalmente o Rudolfo levantou os olhos. Aquela pergunta captou a sua intenção?

- Eu sei que não tenho o aspeto do Pai Natal. Mas eu vibro com o espírito do Natal. O prazer de poder ir de casa em casa, visitar cada pessoa individualmente e perceber o que essa pessoa realmente precisa e poder ajudá-la. Fico de coração cheio. Poder doar um pedacinho de mim e acreditar que vai tornar o mundo um local melhor. Acredito na magia do amor. E é só isso. Um passinho de cada vez. Sei que é nos pequenos gestos que podemos conseguir grandes resultados.

- Rudolfo estava de olhos esbugalhados! Nunca tinha pensado no assunto daquela maneira. Mas era isso. Ele estava a procura mais do que a imagem do Pai Natal. Ele procurava alguém para dar continuidade à magia do servir e da doação ao próximo. Alguém com a capacidade de se entregar totalmente sem expectativas de contrapartidas. Apenas pelo prazer do Natal.

E foi assim que o Pai Natal Nicolau passou a ser o Pai Natal Fausto. 

Feliz Natal! 

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Palavra do dia # 2 - Compromisso

por Pó de Arroz, em 14.12.19

Ok. Isto é um lembrete pessoal.

Já identificaste que precisas de ir aos locais secretos e fazer uma limpeza e deixar espaço vazio.

E o que fizeste para a Limpeza acontecer???

Nada... rigorosamente nada...

Portanto, oh menina, pare lá com essas desculpinhas de cóco...

Limpe, deite fora o que já não precisa.

Faça acontecer, nem que seja uma coisinha de cada vez...

 

 

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Reflexão Pessoal

Pensei isto milhares de vezes. Chorei e barafustei. Gritei bem alto para toda a gente ouvir. Até que um dia, foi como se tivesse levado alguns murros bem no meio do estômago e no alto da cabeça... e finalmente percebi tudo. Sim, eu nasci para isto e escolhi tudo isto. Se estou a passar por algo é por uma razão maior e só tenho de perceber o que posso aprender com esta situação. Aceitar e agradecer. E se necessário perdoar. O segredo para tudo, mesmo tudo, está na linha de visão. A forma como escolhemos olhar para nós e para tudo o que nos rodeia e experienciamos. Sim, é difícil, muito difícil. Sim, ainda me queixo e refilo. Mas sim, quando me apercebo de estar a refilar, tenho a hipótese de mudar. E sim, por vezes leva tempo, muito tempo, até conseguir mudar a linha de visão. Por vezes, dou um passo para a frente e dois para trás. Mas acreditar e continuar a experimentar aquilo que me faz sentido. E esta parte é mesmo muito importante para mim. Para eu conseguir avançar tem mesmo de me fazer muito sentido. Neste último ano, já tentei iniciar várias coisas… e não passou do primeiro dia… não fazia sentido… apesar de no início estar hiper-mega entusiasmada. E está tudo bem. Acredito que faz parte do processo da caminhada. Conseguir manter o equilíbrio.

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Palavra do dia # 1 - Limpeza

por Pó de Arroz, em 11.12.19

Hoje a palavra do dia que não me sai da cabeça é LIMPEZA. Preciso mesmo de começar uma limpeza mais a fundo. Aparentemente tudo está em ordem e organizado. Mas sabemos que ainda existe um armário, uma gaveta, onde tenho escondido e acumulado algumas coisas que já não me servem mais. Sei que tenho andado a fugir e a adiar. Mas é imperativo que pare, respire fundo e assuma essa tarefa como necessária. Abrir gavetas e armários e libertar-me do que já não me serve mais. 

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Mapa Interior

por Pó de Arroz, em 10.12.19

Ouvi esta expressão há pouco tempo. Que todos temos um mapa interior que nos guia e orienta. E não percebi nada. Não fazia qualquer sentido. Mapa interior? Mas que cocó estão para aí a inventar. Deve ser só mais uma cena para nos fazer sentir pessimamente mal e culpados, porque isso não existe. E hoje, caiu-me a ficha. Num vídeo do Youtube alguém de sucesso disse: eu apenas fiz o que tinha a fazer, conforme aquilo que me ia aparecendo à frente. Quando o desafio surgia eu parava e tentava perceber o meu sino interior. Quando ele toca é porque o caminho é por aí. Claro que a confusão total está instalada! Mas isso não interessa nada!!! Segue o teu mapa interior, só tens de perceber que ele não tem estradas desenhadas nem caminhos pré-definidos. Mas ele existe e só tens de o aprender a usar!  

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A Vida É Bela

O filme se passa na Segunda Guerra Mundial onde Guido Orefice, um judeu dono de uma singela livraria judaica na Itália fascista, é capturado e mandado para um campo de concentração em Berlim, juntamente com seu filho, o pequeno Giosué; usando sua inteligência, espirituosidade e bom humor, Guido faz com que a criança acredite que ambos estão em um jogo, com o objetivo de protegê-lo do horror em que estão inseridos.

 

E de repente, sente uma forte dor na nuca… Guido Orefice abre os olhos e percebe que tinha acabado de cair da cama e batido com a cabeça ma mesinha de cabeceira. Respirou bem fundo e percebeu que tudo não passou de um pesadelo horrível. Olhou para o lado e sorriu, o seu pequeno Giosué, ainda dormia profundamente abraçado a mãe. Como ele era feliz e se sentia em Paz, ao lado daqueles que tanto ama!

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Eram 06h30… e aqueles pássaros não se calam! Que raios… mas afinal quem disse que morar numa casa com arvores á frente era giro. Simone resmungou mais uma vez e virou-se na cama. Todos os dias era a mesma coisa. Um barulho infernal. Só lhe apetecia agarrar num machado e cortar a arvore. Lá voltou a adormecer e acordou à hora suposta. Estava irritada e sentia-se cheia de raiva. Ela só queria paz e sossego. Quando chegou ao trabalho nem queria acreditar. Na pequena janela do escritório, onde passava um dia inteiro fechada, estavam duas gaivotas a fazer barulho. Pareciam gritos lancinantes dentro da cabeça… Simone estava cada vez mais irritada e só lhe apetecia atirar com uma pedra a janela. Chegou a hora de almoço e Simone resolveu sair e apanhar ar. Conhecia um pequeno café onde finalmente podia se sentar em paz e sossego. Quando lhe serviram o café ela fechou os olhos e respirou fundo, finalmente podia estar em silencio. Quando de repente deu um sobressalto, um pombo veio pousar mesmo em frente dela a arrulhar. Não se calava!!! Simone não aguentou mais e foi ao WC vomitar. Parecia que lhe iam arrancar as entranhas. Mas afinal o que se passava. Os pássaros pareciam que a estavam a perseguir. Ficou num estado lastimável e com uma raiva gigante em relação a todos os pássaros. Logo ela, que só queria paz e sossego. Ligou à chefe e disse que se estava a sentir mal e que ia para casa. Estava a ser um dia para esquecer. Aqueles pássaros todos à sua volta que não se calam. Resolveu ir para um centro comercial. De certeza que ali não ia haver pássaros. Deu uma volta pelas lojas, foi olhando as montras e já estava a se sentir melhor e com fome. Resolveu então ir comer alguma coisa à área da restauração. Mas quando lá chegou estava um grupo de pessoas a rir e falar alto. Que chatice, pensou Simone. Eu que só quero paz e sossego e estão aqui estas pessoas sem noção que incomodam toda a gente… Sentou-se numa mesa mais afastada e quase que desmaiou quando percebeu que aquelas pessoas se intitulavam como o grupo do “Desafio dos Pássaros”!!!!! Que horror!!! – pensou Simone! Mas porque é que os pássaros a estavam a perseguir naquele dia??? Que significado poderia ter???

 

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