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Apenas possa partilhar a minha experiência pessoal. O momento que mais me marcou e virou toda a minha vida e convicções de pernas para o ar foi o nascimento dos meus filhos. Cada um da sua maneira. Com a minha primeira filha, tudo aquilo em que acreditava deixou de fazer sentido. Até ao momento, tudo tinha acontecido como era suposto e esperado pela sociedade. Cumpri com tudo o que os meus Pais diziam estar certo e que era o melhor para mim. Depois de a minha Princesa nascer, posso afirmar que o meu mundo interior ruiu. Tudo aquilo que eu mais queria, era estar ao lado dela e ajuda-la acrescer. E a partir de breves momentos, somos que “obrigados” a voltar a este modo de vida robot. Foi um dos piores momentos da minha vida. Porque deixei de acreditar... Ainda hoje, pequenos pedaços de mim, se sentem vazios… Somos condicionados pelos valores monetários e ensinam-nos que este modo de vida “escravizado” é o único que nos permite ganhar dinheiro. Interiormente, tudo estava despedaçado. Posso afirmar que foram 5 anos completamente escuros... E depois…. Nasceu o meu Príncipe! A culpa de abandono sentida até então, suavizou. Percebi que estava a fazer o melhor que sabia até ao momento. Ele com a sua energia contagiante, ensinou-me que rir é o melhor remédio para todos os males. Li em vários blogs, textos e diversos sítios que esta aventura da maternidade é difícil, muito difícil. No entanto, completa-nos e obriga-nos a crescer tanto. Começamos a pensar de maneira diferente, começamos a definir as verdadeiras prioridades. Mas também é fácil nos perdemos nesta condição de sermos Mães e nos anularmos. O segredo de todas estas questões é o equilíbrio de nós próprios. E temos como responsabilidade ensinar os nossos filhos a serem aquilo que eles quiserem e que todas as nossas acções devem ser feitas com consciência. Tento ser a melhor Mãe que sei e consigo. Reconheço que por vezes também falho. Falta-me a paciência. Grito e ralho, quando a única coisa que eles querem é um abraço bem apertado. Por isso, agradeço todos os dias pelos meus filhos. Por tudo o que eles me ensinam diariamente. Por fazerem de mim uma pessoa melhor.

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O Amor. Esse sentimento que nos faz mover e transformar o nosso mundo. Virá-lo de pernas para o ar. O Amor é a emoção mais completa e complexa do que imaginamos. Sem ele nada faz sentido. Felizmente, hoje em dia, já existem imensas pessoas que tentam viver segundo as regras do Amor. Não é tarefa fácil porque o Amor não se resume ao simples ato de amar um namorado, um marido, os filhos, a família.... Amar é tão completo que descobrimos que se não nos amarmos e respeitarmos a nós mesmos em primeiro lugar, tudo o resto é uma ilusão. E eu, estou muito grata por estar a assistir a toda esta revolução de pensamento. Em que o material dá lugar ao emocional. Em que começamos a dar valor a um abraço verdadeiro. Talvez eu esteja só a sonhar e a divagar. Mas o interessante disto tudo é que estou a gostar imenso desta fase da minha vida. É como diz uma velha frase, que só conseguimos ver a nossa Luz, depois de passarmos pela escuridão. Não tem sido fácil, por vezes a vida é madrasta. Como se nos desse um estalo e quer obrigar-nos a acordar. E depois… a escolha é nossa. Temos sempre escolha, acordar ou mantermo-nos a dormir. Hoje o meu maior desafio é manter-me na linha do Amor. Como viver o meu dia-a-dia a Amar? Como ser um exemplo de Amor? Como fazer tarefas de que não gosto em nome do Amor? Como me relaciono com pessoas que me incomodam com Amor? Como perdoo quem me tenta prejudicar de alguma forma, em nome do Amor? Não tenho resposta a estas perguntas…

Mil e uma ideias surgiram para este tema. Histórias mirabolantes. Mas depois, quando comecei a escrever, lá levei novamente o tema para as minhas questões essênciais. Que a vida, seja vivida com Amor.

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Um tiro certeiro, mesmo em cheio no alvo.

Só podia ser este o primeiro tema! Problemas e mais problemas. Depois de penar pensar um pouco sobre o tema, percebi que estou metida numa carga de problemas para fugir de um problema…. Pois eu sei… nada fácil de compreender….

Mas eu passo a explicar:

 Apercebi-me que me estava a arrastar para o fundo do poço… sem luz, escuro, frio e húmido… a vida não estava a ser vivida… estava a ser sobrevivida. O ponto alto do dia era estar sentada no sofá a olhar para o telemóvel…estava mesmo, quase, quase a entrar em modo zombie e decidi que precisava de fazer qualquer coisa. Acordar!

Há sempre problemas, as coisas nunca são como queremos, o dinheiro nunca chega, as pessoas dificultam sempre tudo e reagem de formas estranhas e violentas…

Então agarrei em mim e sacudi até ficar com as cabeça toda chocalhada… então várias ideias começaram a surgir lentamente.

Estou a começar a aprender a viver novamente e a deixar de lado os medos que se transformam em problemas. Há tanto para fazer e experimentar! Porquê é que me estava a limitar tanto…. Alterar a minha linha de visão e transformar os problemas em hipóteses e aceitar que nem sempre as coisas ou situações têm de ser o azul que eu quero, mas podem ser do azul, conforme o céu estiver.  

 

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#Pré-desafio - Porquê o Desafio dos Pássaros

por Pó de Arroz, em 06.09.19

Destaques do Sapo. Um post com um desafio. Os desafios normalmente servem para nos tirar da nossa zona de conforto. O Desafio dos Pássaros consiste em escrever sobre um tema que nos será proposto, portanto, será sempre um fator surpresa. Pode ser um tema em me identifique… ou não e nestas situações vou ter de me superar a mim mesma. Gosto de escrever e da sensação que tenho quando estou a escrever. Quando escrevo viajo, sinto-me bem, sinto-me completa. Fico sempre surpreendida com o poder das palavras e com as diferentes emoções que podemos sentir ao lê-las. A interpretação depende sempre do momento em que nos encontramos no AGORA. A emoção que nos desperta hoje, amanha pode ser completamente diferente. Em resumo, o verdadeiro objetivo de ter aceite este desafio é o de crescer. No final, quando estiver a escrever o último texto, poder olhar para trás e ter consciência do quanto evolui e aprendi. Agradeço-vos Pássaros, por poder caminhar convosco!

 

 

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