Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


A dualidade. Só depois de estarmos na sombra, na escuridão é que conseguimos perceber a luz. A sombra é então a ausência de luz. Um dia vamos todos compreender que não existe o bom e o mau. Apenas situações e factos. Tudo faz parte de um plano maior e acredito que tudo sempre acontece por uma razão. Por vezes sofremos e achamos que tudo está a correr mal, mas simplesmente porque nos ensinaram a olhar para essas situações dessa maneira. É por isso que reagimos com tanta dor e sofrimento. Aos poucos a humanidade está a mudar. É um processo complexo e tão simples ao mesmo tempo. Porque a nossa mente é tão criativa que consegue criar uma espiral de ilusões. O meu desafio, é então aprender e ensinar a olhar para a vida com outros olhos. Aprender e ensinar que a vida faz sentido quando estamos todos juntos, mas que também é importante os nossos momentos solitários, de forma a equilibrar, mudar e compreender as nossas emoções, sentimentos, desejos e objetivos. Porque mudar é bom, ajuda a crescer e amadurecer. Confiar sem reservas, que estamos onde devemos estar. Cooperar em vez de competir.  Aceitar que as diferenças são positivas. Ser feliz com o dia de hoje. Com o que se tem. Ter ambição, claro! Mas uma ambição positiva. Uma ambição de construção. Para o Bem Maior. Sem prejuízo de ninguém. Um dia será assim! Todos os caminhos apontam para essa direção!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Palavra do dia # 3 - Vibração

por Pó de Arroz, em 08.01.20

A linguagem do Universo é a vibração. O meu coração emite vibrações. O que me acontece é como uma televisão/rádio que sintoniza canais. Um dos maiores aprendizados do ano passado. Agora só tenho de me dedicar a cada canal disponível e compreender o seu conteúdo. Sinto-me muito grata, por finalmente conseguir compreender este ensinamento. Agora levarei o tempo que for necessário até conhecer todos os canais/estações disponíveis. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mesmo a jeito este tema. Assim dá para divagar um bocadinho. A “sociedade” ensina-nos que temos de fazer isto, aquilo e mais um par de botas. E eu, depois de cumprir esses requisitos entrei em negação e confusão geral. Pois nada me fazia sentido. Era como se andasse a deriva, sem qualquer tipo de rumo. E qualquer direção servia. Nada importava. A minha alma gritava de agonia. Confesso, que quando decidi mergulhar mais a fundo no meu Ser, fiquei perplexa com aquilo que descobri. Descobri que tinha pensamentos de morte. Dei por mim a desejar ter uma doença grave, para poder ter uma desculpa para desistir. Dei por mim a desejar morrer, para não ter mais de sofrer com o buraco enorme que sentia no meio do meu peito. Não estava a conseguir encaixar as peças do meu puzzle de vida, e de acordo com os padrões ditos “normais” da sociedade, eu era um completo fracasso. E aceitei passar pelo meu processo e me entregar ao Universo. Não tem sido um processo fácil. É difícil aceitar, confiar e deixar fluir. Ensinam-nos que devemos controlar, lutar, fazer e acontecer. Quando na realidade não é bem assim. (Atenção, para mim, não é bem assim.) E os meus últimos anos têm sido passados a aprender a olhar para tudo de uma forma diferente. E quando estou a sentir muita resistência, tento perceber o que é que o meu Ego está a sentir, qual a emoção dissimulada. Esta fase ainda não está bem definida e fácil. Ainda levo algum tempo a processá-la. Mas está tudo bem. Tenho de dar tempo ao meu tempo. Este ano, o meu desafio pessoal é aprender a valorizar-me, porque sou como sou. O que faz sentido para mim, não tem de fazer para os outros. E está tudo bem. Um passo de cada vez. Uma coisa de cada vez. Preciso trabalhar as relações. A relação comigo e as relações com terceiros. Nos seus diferentes níveis. Foi um longo processo de isolamento e transformação. E agora a borboleta está pronta para começar a romper o seu casulo.

Felicidade na Unidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2006
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D