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A Vida É Bela

O filme se passa na Segunda Guerra Mundial onde Guido Orefice, um judeu dono de uma singela livraria judaica na Itália fascista, é capturado e mandado para um campo de concentração em Berlim, juntamente com seu filho, o pequeno Giosué; usando sua inteligência, espirituosidade e bom humor, Guido faz com que a criança acredite que ambos estão em um jogo, com o objetivo de protegê-lo do horror em que estão inseridos.

 

E de repente, sente uma forte dor na nuca… Guido Orefice abre os olhos e percebe que tinha acabado de cair da cama e batido com a cabeça ma mesinha de cabeceira. Respirou bem fundo e percebeu que tudo não passou de um pesadelo horrível. Olhou para o lado e sorriu, o seu pequeno Giosué, ainda dormia profundamente abraçado a mãe. Como ele era feliz e se sentia em Paz, ao lado daqueles que tanto ama!

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Eram 06h30… e aqueles pássaros não se calam! Que raios… mas afinal quem disse que morar numa casa com arvores á frente era giro. Simone resmungou mais uma vez e virou-se na cama. Todos os dias era a mesma coisa. Um barulho infernal. Só lhe apetecia agarrar num machado e cortar a arvore. Lá voltou a adormecer e acordou à hora suposta. Estava irritada e sentia-se cheia de raiva. Ela só queria paz e sossego. Quando chegou ao trabalho nem queria acreditar. Na pequena janela do escritório, onde passava um dia inteiro fechada, estavam duas gaivotas a fazer barulho. Pareciam gritos lancinantes dentro da cabeça… Simone estava cada vez mais irritada e só lhe apetecia atirar com uma pedra a janela. Chegou a hora de almoço e Simone resolveu sair e apanhar ar. Conhecia um pequeno café onde finalmente podia se sentar em paz e sossego. Quando lhe serviram o café ela fechou os olhos e respirou fundo, finalmente podia estar em silencio. Quando de repente deu um sobressalto, um pombo veio pousar mesmo em frente dela a arrulhar. Não se calava!!! Simone não aguentou mais e foi ao WC vomitar. Parecia que lhe iam arrancar as entranhas. Mas afinal o que se passava. Os pássaros pareciam que a estavam a perseguir. Ficou num estado lastimável e com uma raiva gigante em relação a todos os pássaros. Logo ela, que só queria paz e sossego. Ligou à chefe e disse que se estava a sentir mal e que ia para casa. Estava a ser um dia para esquecer. Aqueles pássaros todos à sua volta que não se calam. Resolveu ir para um centro comercial. De certeza que ali não ia haver pássaros. Deu uma volta pelas lojas, foi olhando as montras e já estava a se sentir melhor e com fome. Resolveu então ir comer alguma coisa à área da restauração. Mas quando lá chegou estava um grupo de pessoas a rir e falar alto. Que chatice, pensou Simone. Eu que só quero paz e sossego e estão aqui estas pessoas sem noção que incomodam toda a gente… Sentou-se numa mesa mais afastada e quase que desmaiou quando percebeu que aquelas pessoas se intitulavam como o grupo do “Desafio dos Pássaros”!!!!! Que horror!!! – pensou Simone! Mas porque é que os pássaros a estavam a perseguir naquele dia??? Que significado poderia ter???

 

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Olá, eu sou a Rebeca Eva Maria, e estou a viver com a minha família há dois anos. Quando cheguei, era uma gatinha muito assustada. A minha vida não tinha sido fácil até então. Não gosto nada de confusões e adoro estar sozinha. Por essa razão passei muito frio e fome… Antes de chegar a esta casa, já estava num sítio mais simpático que a rua. Umas pessoas simpáticas levaram-me para um abrigo, mas eramos tantos que eu ficava doida com tanta confusão, até que um dia me colocaram outra vez numa caixa com porta e finalmente conheci a minha família. Estive quase um mês debaixo de um armário e só saia quando os miúdos e graúdos iam dormir. Aos poucos fui percebendo que eles eram a minha família, que me respeitavam, alimentavam e cuidavam de mim, mas acima de tudo que me amavam. Um ano depois este sossego acabou… apareceu uma gata maluca e eu não gostei nada… hoje percebo que foi o melhor que me aconteceu… já não sei viver sem ela!

Olá, eu sou a Ruby Anastácia e estou a viver com a Rebeca e a minha família há um ano! Vivi na rua na mesma colónia que a Rebeca e também eu fui para o abrigo. Estive lá mais um ano que ela, mas quis o destino que nos voltássemos a juntar e desta vez, com a nossa família. Quando cheguei a Rebeca ficou um bocadinho chateada, pensava que lhe ia roubar o seu espaço, mas agora já percebeu que no coração da nossa família, que ficamos mais ricos e que o amor aumentou. Eu sou muito brincalhona e adoro miminhos. Não gosto nada de estar sozinha e só quero festinhas. Também já percebi que a Rebeca gosta de estar algumas vezes sozinha e aprendi que nessas alturas o melhor é não a chatear. Assim vou ter com as minhas pessoas e mio até elas me fazer muitas festas. Adoramos dormir em cima da nossa mãe, assim como os nossos irmãos!!! Um dia nesta casa é uma animação, quando estamos todos juntos fazemos algum barulho, mas também damos muitos beijinhos e abracinhos! Só temos pena é que alguns dias eles saem de manhã e depois só voltam quase de noite… mas pronto, nestas alturas aproveitamos para dormir e explorar a casa, porque assim que eles chegam o nosso sossego chega ao fim!

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As viagens em família são sempre uma animação. Com crianças pequenas então nem se fala. Estão sempre ansiosas por chegar. É típico ouvir a pergunta: - Já chegámos?, mais  10.998 vezes durante o caminho. É claro que os meus filhos não são diferentes dos demais. Confesso que por vezes me falta a paciência. Mas agora, que tenho de pensar neste assunto, chego a conclusão que é amoroso e delicioso. Nós adultos, deveríamos manter esta inocência e curiosidade em tudo e aproveitar mais a vida. Divertirmos mais durante a viagem e não vivermos tão obcecados com a chegada ao destino final. Nem a propósito, hoje no caminho para a escola, o meu filho ia a ouvir o CD do seu herói favorito, o Capitão Miau Miau. E a música final era mesmo sobre este tema, o fim da aventura foi igual ao inicio... mas o caminho que fizeram até chegar à fonte dos desejos foi nada mais, nada menos, que colocar em movimento a realização dos seus sonhos!

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Acordaste nu, sem te recordar de nada, numa ilha deserta.

 

O meu navio naufragou. Eu Princesa do Reino da Alegria, estava ali… sozinha, sem roupa e o pior de tudo… sem me lembrar de nada. Hoje quando olho para essa situação, consigo rir, mas na altura estava completamente confusa e cheia de medo.  Acordei na praia. A minha roupa estava desfeita e à minha volta só existia escombros, lixo, areia e mar…

Sentei-me. Não conseguia recordar como tinha ido ali parar. Nem de onde tinha vindo. Era como se estivesse com todas as minhas memórias apagadas. Estava completamente perdida, porque não sabia o que fazer nem para onde ir. Chorei. Chorei muito. Só queria desaparecer. Nada fazia sentido. Chorei tanto que esgotei a minha energia, fiquei exausta e adormeci.

Umas horas depois, voltei a acordar. Olhei de novo em volta, mas desta vez reconheci a praia e o aspeto de destruição à minha volta. No entanto, algo dentro de mim, estava diferente. Era como se as lagrimas tivessem dissolvido um nó dentro de mim. Continuava confusa em relação a todos os acontecimentos. Mas naquele momento, decidi que estava com frio e que tinha de fazer algo em relação a isso. Eu ansiava por sentir o meu corpo aquecido. Então levantei-me e comecei a olhar para o lixo, com novos olhos. Aquilo era um novo mundo cheio de possibilidades. Reparei então que existia peças de roupa e tecidos espalhados ao longo da praia. E senti-me cheia de sorte. Não estavam a brilhar, as rendas estragadas, mas isso não interessava. Vesti umas calças largas que apertei com uma corda, uma camisola com alguns buracos que aconcheguei com um casaco com outros buracos. Felizmente os buracos estavam em sítios diferentes e senti-me feliz. Juntei alguns pedaços de madeira e com esforço e imaginação consegui acender fogo. Lembrei-me que tinha visto a minha avó fazer aquele ritual do fogo inúmeras vezes e que me fascinava. Quando olhei em volta, agora mais confortável e quente senti que estava com fome e vi a minha volta existia arvores com fruta e um riacho com água doce, e senti-me abençoada. Afinal tudo o que precisava ia se materializando… ou será que era o meu olhar, a minha linha de visão que se alterava… e a magia continuou a materializar-se pois um barco surgiu no horizonte…

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Querida Criança,

Hoje devo escrever para ti. E pensei em dar-te vários conselhos. Mas na verdade acho que não devo fazê-lo. Apenas te posso dizer que aproveites. Que sejas feliz. Que vive o momento a momento. Que não tenhas medo do amanhã nem te prendas ao ontem. Vive o Agora. Acho que foi num filme do Panda Kung Fu, que li uma das frases que ficou cá dentro gravada. O Presente chama-se Presente por alguma razão (Presente = Prenda). Aproveita e usufrui. Recentemente também ouvi uma explicação que também me fez muito sentido. Normalmente a nossa mente projeta várias imagens como num filme a uma velocidade estonteante. A maioria das vezes nós nem sequer estamos conscientes disso. E de alguma forma esse filme vai condicionando a nossa via e a nossa maneira de ser. Mas estar consciente desta situação leva tempo e precisa treino. E o treino consiste em passar por momentos bons e outros menos bons. Mas aproveita e tenta no final de cada situação colocar-te como um espectador e perceber o que podes aprender. Da próxima vez que passares por algo semelhante o que podes fazer de diferente para te sentires mais feliz. Também é verdade que primeiro temos de nos perder e ver a noite escura da alma para depois nos encontrarmos e percebermos o que é a Luz. E é isto. Fazer sempre tudo com calma, consciente e acima de tudo, que te faça sentido. Que te complete, que te faça sentir um com todos e um contigo. Que todos fazemos parte de um puzzle e que cada peça individualmente é diferente, mas só faz sentido todos juntos. Que sejamos felizes e que o Amor nas suas mais variadas vertentes e variantes seja sempre o nosso objetivo final. Atualmente vivemos num momento fantástico de transformação e para isso basta olhares para as outras crianças e veras que elas já têm o Amor como guia.

Beijinhos minha querida criança!

Sê feliz!

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Desafio de escrita dos pássaros #7

A Constança precisa duma máscara capilar, mas o teu patrão só quer que vendas compotas de abobora com amêndoa. Convence-a a escolher a compota para usar. 

 

- Olá Constança, Bom Dia! Então, hoje vieste visitar-nos?

- Olá Bruna! Comigo está tudo bem e tu como estás!

- Comigo também está tudo bem! Que boa surpresa! Então, diz-me em que te posso ajudar?

- Vim aqui porque preciso da vossa ajuda! O meu cabelo está péssimo e falaram-me que vocês têm umas máscaras capilares novas que fazem milagres!

- Ai Constança, vieste ao sitio certo! É a revolução no mundo dos cabelos! Com esta máscara a relação com os teus cabelos vai mudar para sempre! E ainda te digo mais! Quando achares que o teu cabelo já está maravilhoso, ainda a podes usar como compota de abobora de amêndoas para comer as tuas bolachinhas!

- É o quê???? Não estou a perceber o que me estás a dizer??? Uma compota que é máscara capilar!?!?!? Ahhhh????? Estou a ficar muito confusa!!!

- Eu sei! Acredita que eu também fiquei estupefacta quando recebemos este produto! Eu também não queria acreditar! Mas olha, é mesmo uma coisa do outro mundo! Experimenta! E se não gostares do resultado no cabelo, sempre a podes usar para comer umas bolachinhas!!!

- Hummm… não sei…. Uma máscara que é compota???? Não sei…

- É verdade! Como sabes a abobora é rica em nutrientes e traz inúmeros benefícios para a saude e a amêndoa também é fantástica. Aliás, o óleo de amêndoas doces é altamente nutritivo e o cabelo adora!

- Não sei… e o açúcar??? Uma compota tem sempre açúcar…

- Pois… o açúcar…, mas este açúcar é especial. Foi selecionado e apenas usado a mais alta qualidade. Na vida também precisamos de um lado doce, senão tudo fica muito pesado…

- Pois é isso mesmo que eu quero! Quero que o meu cabelo fique mais leve, solto e sedoso! Vou comprar! Vou levar três, por favor!

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Queria escrever uma história de amor…, mas não estou a conseguir. A minha cabeça neste momento não está a conseguir que a história flua… A realidade é que eu gostava de poder colocar uma pausa na vida e agarrar nas minhas pessoas e gatas e ir passar um mês numa cabana a beira lago só com o essencial, sem televisão, net ou o que quer que seja… e agora que penso nisto… estou a imaginar uma primeira semana terrível… um verdadeiro campo de batalha… até que a nossa mente se desintoxica-se por completo de todos os estímulos diários a que está habituada, não ia ser fácil… nada fácil. Mas de certeza que ao fim de um mês iriamos regressar muito mais revigorados… e pronto… hoje é um texto assim simples…  sem história nem grande imaginação! Um beijo grande!  

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Desafio de escrita dos pássaros #5 - Hitler

por Pó de Arroz, em 11.10.19

Estás na fila para o purgatório e Hitler está à tua frente. Ninguém o quer aceitar e a fila não anda. Escreve a tua intervenção para convencer um dos lados a aceitá-lo.

 

Hitler, Hitler. Sempre a incomodar. Impressionante que até na fila do purgatório isto corre mal.

Senhor Porteiro do Purgatório, por favor, deixe lá entrar o Hitler. Sim, é verdade, ele excedeu-se um bocadinho muito. Mas a sua sede de poder e de dominar o mundo é igual a de tantos outros que andam por aí. A diferença é que ele teve coragem de fazer e outros tantos só julgam e criticam. Só criam problemas, empatam e não assumem nada. Ora pense lá bem… ele foi o rosto, mas não fez tudo sozinho. Existiam centenas de pessoas que o apoiavam na Nova Ordem e nas suas loucuras e visões distorcidas da perfeição. E pense lá bem… a infância também deve ter sido difícil. Ninguém se torna um monstro só porque sim. Internamente deve ter tido muitas coisas mal resolvidas. Vá lá… dê-lhe lá a oportunidade de entrar no purgatório. Como é que quer que ele comece o seu processo de purificação. Está bem, já se sabe que vai ser um processo muito longo e agonizante. Mas vai ter de começar por algum lado. Só depois de entrar no purgatório, Hitler pode decidir… se aguenta todas as provações e sobe para o Céu ou se desiste e desce para o Inferno. Mas tem de o deixar entrar. Não pode voltar a impactar milhares de almas novamente…

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Eram 05h05 da manhã. A Beatriz, acordou angustiada. Ela sabia que era um dia decisivo, e a sua escolha ia mudar para sempre a sua vida. Decidiu levantar-se. Mais valia sair da cama do que ficar a remoer o assunto. Assim, ainda ia ter tempo para se dedicar a si mesma e transformar o dia num daqueles momentos inesquecíveis. Bebeu um iogurte e decidiu ir correr. Iniciou a marcha lentamente e depois começou a ganhar velocidade. Ao regressar a casa... aconteceu o inesperado. Sem perceber de onde apareceu o carro, Beatriz foi atropelada. O impacto foi tão forte que foi projectada por vários metros. Caiu no chão e não se conseguiu mais mexer. Perdeu por completo os sentidos. Voltou a acordar, numa cama do hospital. Cheia de dores e completamente desfigurada.  Beatriz, não se lembrava de quem era, do que gostava de fazer nem de quem era a sua família. Beatriz estava completamente desorientada e sem perceber o que lhe tinha acontecido. A sua recuperação foi lenta e muito sofrida. As suas memórias foram voltando aos poucos e Beatriz não gostava da pessoa que estava a se recordar. Percebeu que sempre tinha feito escolhas baseadas no seu ego. E que estranhamente era um ego dissimulado. Ela que sempre tinha feito tudo com as melhores intenções. Achava ela com muita humildade. Descobriu também que a Mãe, que ela achava a pessoa mais fria do mundo, era afinal o seu anjo da guarda. Tudo o que aconteceu entre elas, todas as discussões e diferenças, afinal eram as escolhas que a Mãe achava serem as que mais iriam beneficiar a Beatriz. A Mãe esteve sempre ao seu lado, dia e noite até ela estar completamente recuperada. E a Beatriz percebeu tudo e disse que não à sua vida passada. Era como se tivesse renascido. Afinal ir trabalhar para Nova Iorque já não lhe parecia uma escolha tão grandiosa e tão importante. E agora, pensou ela? Como vai ser? Mas logo afastou estes pensamentos. Escolheu começar a viver um dia de cada vez!

 

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